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Sara Cardoso Gross, João Vitor Ovalhe Santos e Evelyn Rodrigues Menezes no editorial especial do Bella Mais

Pequenos com estilo, mas sem deixar de lado a infância

Produtora de moda Madeleine Muller destaca que a moda infantil deve respeitar o conforto e a mobilidade

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Os pequenos mostram cada vez mais opinião e atitude na hora de escolherem os looks do dia a dia. Com o Dia das Crianças cada vez mais perto, o Bella Mais traz dicas para os pais que pensam em presentear os filhos estilosos com roupas, ou mesmo querem produzir aquele look  especial. Tudo para a garotada se sentir linda, mas sem deixar de lado o conforto e a diversão.

A produtora de moda, stylist e colunista do Bella Mais Madeleine Muller destaca que a moda infantil hoje precisa traduzir uma nova forma das crianças se relacionarem com um mundo em que a infância parece passar cada vez mais rápido. 

"A moda deve respeitar o conforto e a mobilidade da criança, sem perder o aspecto lúdico e criativo, para que elas possam curtir e fantasiar a questão do vestir como algo importante na construção da sua personalidade e aceitação", diz ela, que assina a produção de moda do editorial exclusivo produzido pelo Bella Mais para a data.

Ela ainda ressalta que antigas práticas, como a de miniaturizar elementos dos adultos na indumentária infantil, não encontram mais espaço hoje. "A criança precisa ser criança e não ter esse tipo de preocupação, ainda que as marcas infantis adaptem às tendências da moda adulta para elas", ressalta. 

Moda criativa e divertida

"É preciso bom senso e equilíbrio para vestir os pequenos de forma que eles se sintam bem nessas roupas, exercendo seu direito de ser criança e apenas se divertir com a moda, em vez de adotarem posturas fashionistas para agradarem aos pais", completa.

Ou seja, a moda para as crianças tem que ser criativa, divertida, mas confortável para acompanhá-los em suas atividades diárias, sem tolher movimentos ou prendê-los a uma estética específica. 

"A criança precisa se sentir livre para brincar e ser criança, a estética “mini-adulto” ou a erotização precoce das crianças com determinados looks “da moda” não são adequados ao universo infantil, período das fantasias e das brincadeiras, em que o mais importante é vestir para se divertir", completa.


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