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Seleção feminina dos EUA perde ação sobre igualdade de salários

Justiça americana entendeu que não houve tratamento desigual entre as equipes feminina e masculina

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Atual bicampeã da Copa do Mundo de Futebol feminino e dona de quatro taças no total, a seleção norte-americana perdeu o processo no qual solicitava a igualdade de salários com a equipe nacional masculina.

Liderado por Megan Rapinoe, grande líder do time norte-americano, a ação foi movida contra a Federação de Futebol dos EUA no ano passado por 28 jogadoras, após a seleção ganhar o título mundial na França, com o valor de uma indenização de US$ 66 milhões (cerca de R$ 360 milhões).

"A equipe feminina recebeu mais em termos acumulados e em média por jogo do que a equipe masculina durante o período em causa", afirmou o juiz federal Gary Klausner, em sentença divulgada pela BBC. Segundo ele, não houve um tratamento desigual em relação ao futebol masculino.

"Estamos chocadas e decepcionadas. Não vamos desistir do nosso duro trabalho por salários iguais", afirmou Molly Levinson, representante do grupo de jogadoras. Ele pretende recorrer da decisão do tribunal. Bola de Ouro e Chuteira de Ouro da última Copa do Mundo, Rapinoe lamentou o resultado em suas redes sociais. "Nunca pararemos de lutar pela igualdade."

Candidato à presidência, Biden apoia jogadoras

Um dos candidatos à presidência dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden se manifestou a favor da seleção norte-americana feminina na briga por igualdade salarial depois que a equipe nacional perdeu o processo judicial contra a Federação de Futebol do país.
O político usou as suas redes sociais para mandar um recado às jogadoras e à entidade. "À seleção feminina: não desista desta luta. Ainda não acabou. À federação: pagamentos iguais, agora. Ou então, quando eu for presidente, vocês podem ir a outro lugar por fundos para a Copa do Mundo", escreveu Biden.
 

Agência Estado 

 

 


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